O Primeiro-Ministro, com o anúncio da austeridade-ideológica de dia 7, em substituição da austeridade-por-necessidade, e com o entrevista de atabalhoamento económico e político dada ontem à RTP1, conseguiu o inimaginável: unir os portugueses contra "eles". Nunca no pós-25 de Abril foi tão notória a linha separadora entre nós, o povo português, e "eles", os governantes dos interesses, dos amiguismos, das negociatas. Dir-se-á que todos os governos cederam a interesses de diverso cariz e concederam ou pagaram os seus favores. Nenhum como este, levava já preparada para a cadeira do poder uma cartilha tão bem estudada e delineada de assalto ao pote.
Somos definitivamente nós contra "eles". Todo o povo, porque muitos dos portugueses que constituem a base social de apoio dos partidos do governo, vivem acima das suas possibilidades, mas abaixo das suas necessidades, muitos deixaram de ter dinheiro para a saúde, para transportes, para comer, para a escola dos filhos.
O Primeiro-Ministro que dizia ser ele o porta-voz das más notícias, limitou-se a anunciar uma só, deixando o resto ao ministro Gaspar; o Primeiro-Ministro fez uma escolha ideológica entre o trabalho e o capital ao escolher para anunciar a medida da TSU, aquela que despudoradamente transfere dinheiro dos trabalhadores para as empresas.
Passos Coelho pode apresentar à troika um amplo consenso nacional: nós todos, o povo, contra "eles", o governo.
14 setembro 2012
11 setembro 2012
VISÃO DA ACTUALIDADE DA SEMANA
- Comunicação do Primeiro-Ministro ao País: Hoje a crónica tem um único ponto, e em forma de manifesto.
É absolutamente imprescindível que todos, e cada um, tomem consciência que a comunicação do Primeiro-Ministro ao País , na passada sexta-feira, é um ponto de viragem. Não se limitou à apresentação do primeiro-ministo-sexta-feira de mais umas medidas de austeridade que o cidadão e pai-sábado lamenta. É preciso que todos, e cada um, tomem consciência de que o governo, pela boca do seu arauto das más notícias, o que fez foi passar todo o ónus da tentativa da saída crise para o trabalho, para as pessoas, para as famílias, aliviando o capital, as empresas, e mantendo muitas das despesas inúteis da máquina do Estado inalteradas.
E a comunicação aos portugueses é um ponto de viragem porque:
ou, a rebelião que se tem sentido nas redes sociais e nos media, proveniente de todos os sectores da sociedade, toma corpo, toma forma, tem efeitos práticos, e governo e troika arrepiam caminho passando a olhar para as pessoas do modo que elas merecem,
ou, se mais uma vez todos, e cada um, se acomodam, e então, aí sim, nada deterá estes governantes. É o regabofe como este povo nunca viu.
- Livro da semana: A Fome, de Knut Hamsun.
É absolutamente imprescindível que todos, e cada um, tomem consciência que a comunicação do Primeiro-Ministro ao País , na passada sexta-feira, é um ponto de viragem. Não se limitou à apresentação do primeiro-ministo-sexta-feira de mais umas medidas de austeridade que o cidadão e pai-sábado lamenta. É preciso que todos, e cada um, tomem consciência de que o governo, pela boca do seu arauto das más notícias, o que fez foi passar todo o ónus da tentativa da saída crise para o trabalho, para as pessoas, para as famílias, aliviando o capital, as empresas, e mantendo muitas das despesas inúteis da máquina do Estado inalteradas.
E a comunicação aos portugueses é um ponto de viragem porque:
ou, a rebelião que se tem sentido nas redes sociais e nos media, proveniente de todos os sectores da sociedade, toma corpo, toma forma, tem efeitos práticos, e governo e troika arrepiam caminho passando a olhar para as pessoas do modo que elas merecem,
ou, se mais uma vez todos, e cada um, se acomodam, e então, aí sim, nada deterá estes governantes. É o regabofe como este povo nunca viu.
- Livro da semana: A Fome, de Knut Hamsun.
10 setembro 2012
O Sentido do Fim, Julian Barnes, Quetzal
"O Sentido do Fim", em narrativa pretensamente desprendida de Julian Barnes tem algo de intimista e confessional. Uma conversa que se podia ter à mesa de café com um amigo a quem não seria necessário pedir segredo, pois os factos relatados de tão banais não mereceriam o reparo de reservados.
O romance (?) desenvolve-se a dois tempos: um, em que Tony Webster, em idade jovem, colegial, ansiando por sexo, literatura e discussões filosóficas, se encontra com Adrian Finn, novo companheiro de escola, e o apresenta à sua namorada Verónica; outro, em idade madura, em que já percorreu os passos normais de um casamento, de um divórcio,de ter uma filha, de uma carreira. A relação entre Adrien e Verónica (per)seguirá Tony Webster ao longo da vida, mas sem lhe causar engulhos até ao momento em que é confrontado com um estranho testamento e uma página arrancada do diário de Adrien que se suicidara.
"O Sentido do Fim", é um percurso através da memória, do envelhecimento, e do quanto o convencimento em verdades absolutas do nosso passado nos podem atraiçoar. A ordem dos factores não é arbitrária: o envelhecimento só acontece à medida que a memória vai colocando os factos nos lugares que cada um de nós lhe destina, já que a memória não é mais do que uma escolha do que queremos e como queremos recordar.
O romance, laureado com Man Booker Prize Award 2011, vale sobretudo pelas pequenas reflexões que o autor introduz ao longo da narrativa que nos fazem pensar que as memórias são retoques que damos no passado para construírem - ficcionarem - a nossa história de vida. Por vezes, damos conta que vivemos iludidos e que somos obrigados a uma remodelação bem maior do passado do que aquela a que já nos habituáramos.
Julian Barnes deixa muitas portas entreabertas sobre a vida das personagens e dos acontecimentos. Mas, não é assim que, em tom coloquial, falamos com os nossos amigos: lacunas, saltos no tempo, memórias dispersas? Um bom livro capaz de despertar o interesse noutros títulos do mesmo autor.
O romance (?) desenvolve-se a dois tempos: um, em que Tony Webster, em idade jovem, colegial, ansiando por sexo, literatura e discussões filosóficas, se encontra com Adrian Finn, novo companheiro de escola, e o apresenta à sua namorada Verónica; outro, em idade madura, em que já percorreu os passos normais de um casamento, de um divórcio,de ter uma filha, de uma carreira. A relação entre Adrien e Verónica (per)seguirá Tony Webster ao longo da vida, mas sem lhe causar engulhos até ao momento em que é confrontado com um estranho testamento e uma página arrancada do diário de Adrien que se suicidara.
"O Sentido do Fim", é um percurso através da memória, do envelhecimento, e do quanto o convencimento em verdades absolutas do nosso passado nos podem atraiçoar. A ordem dos factores não é arbitrária: o envelhecimento só acontece à medida que a memória vai colocando os factos nos lugares que cada um de nós lhe destina, já que a memória não é mais do que uma escolha do que queremos e como queremos recordar.
O romance, laureado com Man Booker Prize Award 2011, vale sobretudo pelas pequenas reflexões que o autor introduz ao longo da narrativa que nos fazem pensar que as memórias são retoques que damos no passado para construírem - ficcionarem - a nossa história de vida. Por vezes, damos conta que vivemos iludidos e que somos obrigados a uma remodelação bem maior do passado do que aquela a que já nos habituáramos.
Julian Barnes deixa muitas portas entreabertas sobre a vida das personagens e dos acontecimentos. Mas, não é assim que, em tom coloquial, falamos com os nossos amigos: lacunas, saltos no tempo, memórias dispersas? Um bom livro capaz de despertar o interesse noutros títulos do mesmo autor.
04 setembro 2012
VISÃO DA ACTUALIDADE DA SEMANA
- RTP I: A Administração da RTP não tinha que tomar qualquer posição pública sobre opiniões de consultores mesmo que essas tivessem o aval do ministro da tutela. Com a publicação de um comunicado discordante apenas restava à administração um caminho: a porta da rua. Só que, perante estes factos, a iniciativa de abandonar o cargo não deveria ter sido da Administração, mas da Tutela. O ministro Miguel Relvas ao não fazê-lo mostrou o déficite de autoridade de que padece e que desconhece o bê-a-bá da gestão e da condução de organizações empresariais.
- RTP II: Com as razões até agora apresentadas não me dou por plenamente convencido sobre as virtualidades de uma RTP pública ou privada.O argumento de que em todo mundo é assim, para mim é curto. A única coisa que estou convicto é que o processo de alienação da RTP está inquinado de início e que dá ares a chico-espertertisse de entrega a preço de saldo de um canal de televisão a interesses ou amigos privados.
- RTP, outros e os submarinos O CDS-PP opôs-se a novo aumento de impostos - periscópio de fora; O CDS-PP entrava a Lei Eleitoral das Autarquias - proa dos submarinos a emergir; o CDS-PP rebela-se contra a opinião de um consultor-turbo para a RTP - o corpo do processo dos submarinos quase à tona como anunciado na universidade de verão do PSD. Pero que las hay, hay.
-Déficite de 2012 em 6,9%: A revisão em alta, em forte alta e não apenas numas décimas como disse o sr. PR, não é surpresa para ninguém. Muito menos para o governo. Todos os indicadores económicos e económico-sociais estão piores do que há um ano e meio. Este é o bom caminho, custe o que custar, pois os mercados, os chineses, os angolanos, os amigos, estão contentes
- Frase da semana: Nem tudo aconteceu exactamente como esperado, declaração do Primeiro-Ministro. Não sei exactamente o que esperava o sr. Primeiro-Ministro, mas que nada se passou exactamente como aquilo que por ele foi dito, disso temos a certeza. E isso está documentado.
- Livro da semana: A Ilha de Sukkwan de David Vann. Ilha inóspita e "perdida" no Alasca onde pai e filho passam doze meses em tensão. Recomendado a Passos Coelho e Paulo Portas. A situação torna-se incontrolável.
- RTP II: Com as razões até agora apresentadas não me dou por plenamente convencido sobre as virtualidades de uma RTP pública ou privada.O argumento de que em todo mundo é assim, para mim é curto. A única coisa que estou convicto é que o processo de alienação da RTP está inquinado de início e que dá ares a chico-espertertisse de entrega a preço de saldo de um canal de televisão a interesses ou amigos privados.
- RTP, outros e os submarinos O CDS-PP opôs-se a novo aumento de impostos - periscópio de fora; O CDS-PP entrava a Lei Eleitoral das Autarquias - proa dos submarinos a emergir; o CDS-PP rebela-se contra a opinião de um consultor-turbo para a RTP - o corpo do processo dos submarinos quase à tona como anunciado na universidade de verão do PSD. Pero que las hay, hay.
-Déficite de 2012 em 6,9%: A revisão em alta, em forte alta e não apenas numas décimas como disse o sr. PR, não é surpresa para ninguém. Muito menos para o governo. Todos os indicadores económicos e económico-sociais estão piores do que há um ano e meio. Este é o bom caminho, custe o que custar, pois os mercados, os chineses, os angolanos, os amigos, estão contentes
- Frase da semana: Nem tudo aconteceu exactamente como esperado, declaração do Primeiro-Ministro. Não sei exactamente o que esperava o sr. Primeiro-Ministro, mas que nada se passou exactamente como aquilo que por ele foi dito, disso temos a certeza. E isso está documentado.
- Livro da semana: A Ilha de Sukkwan de David Vann. Ilha inóspita e "perdida" no Alasca onde pai e filho passam doze meses em tensão. Recomendado a Passos Coelho e Paulo Portas. A situação torna-se incontrolável.
23 agosto 2012
A ESTAÇÃO PARVA, TONTA, O RAIO-QUE-A-PARTA
Em texto, de 14 de Agosto, VISÃO DA ACTUALIDADE DA SEMANA, aqui escrevi que a estação parva é bem mais séria do que parece. Se o facto de em 2013 ser necessário compensar a receita que se previa arrecadar com os cortes de subsídios da função já não nos agourava um Agosto tranquilo, hoje foi revelado que a cobrança de impostos ficou três mil milhoes abaixo do previsto pelo governo, cabendo a maior fatia da queda ao IVA. Este dinheirinho não falta em 2013, é já em 2012. A estação é parva pelo que ninguém estranhará que o Primeiro-Ministro reafirme o custe o que custar, o Álvaro ministro diga que estamos a trabalhar no coiso e vamos ver os efeitos, que o Dr. Vítor Gaspar anda as voltas com o calendário do Borda d'água em busca do ano em que se inverterá a desgraça do déficite, do desemprego, da retoma, e que o dr. Paulo Portas, muito convincente, diga que agora estamos melhor estabelecendo paralelos entre o tempo em que ia meter combustível a Espanha, em que cortava nas fundações, institutos e resolvia os problemas do déficite com, um estalar de deos, e em que recusava aumentos de impostos.
A estação é parva. E o burro? O burro, sou eu?
A estação é parva. E o burro? O burro, sou eu?
14 agosto 2012
VISÃO DA ACTUALIDADE DA SEMANA
- Documentos dos submarinos: A classe política e as autoridades judiciais andam com a cotação muito baixa e pouco ou nada fazem para recuperarem o prestígio perdido. O caso dos documentos, na linguagem popular é mais um prego no caixão. Sabe-se que o Dr. Paulo Portas fez 60000 fotocópias, não terá passado pela cabeça do Ministério Público ver as ditas?; depois do Dr. Paulo Portas já ocuparam o cargo quatro ministros. Nenhum deles terá tido a curiosidade de conhecer o processo em detalhe?
É verdade, são tantos os pregos que o caixão está quase fechado.
- O país dos licenciados: Durante muitas décadas um curso superior era uma miragem para a maior parte dos portugueses, algo que só estava destinado às classes superiores e a que alguns pobres tinham acesso até para se mostrarem algumas virtualidades do regime. De repente as portas abriram-se e passamos ao numerus clausus com os candidatos a empurrarem-se nas portas de entrada; mais de repente ainda, nasceram universidades privadas onde se entra "até provando-se que se é ignorante". Hoje, os portugueses desistem do ensino superior, e 70% dos que para lá vão dizem que é para emigrarem. Na terra natal o dê-érre já deixou de ser garantia do que quer que seja: nem riqueza, nem emprego, tão-pouco estatuto.
Exigência, qualidade e rigor, são as palavras chave para um ensino (não apenas no superior) de forme profissionais cultos e conhecedores. Todos os governos as apregoam, nenhum até hoje foi capaz de as levar à prática.
- Seca em Portugal: A inexistência de uma Política da Água levar-nos-á a pagar a água ao preço a que hoje pagamos o petróleo (isto, se a houver). A ministra da Agricultura reza para que chova; a única medida para racionalizar o consumo da água é o inevitável menor esforço do aumento dos preços; as águas sanitárias continuam a ser tratadas; as captações e reservas de água são feitas para produção de energia, portanto, onde as reservas são naturalmente menos necessárias.
Não é apenas inadmissível legar dívidas e déficites às gerações futuras, também o é deixá-los sem água.
- Frase da semana: "Os resultados dos Jogos (Olímpicos) são a imagem do que somos como país", Vicente Moura, Presidente do Comité Olímpico de Portugal. Tudo o que fazemos é reflexo do que somos, havendo sempre as excepções para o melhor e o pior. O Comandante Vicente Moura talvez quisesse dizer que o "dirigismo" do COP é o reflexo da mediocridade organizacional do país, daí o saltar para a praça pública a tentar justificar-se com uma rajada de atoardas. Não teve a sorte de 2008 em que umas medalhas ao cair do pano, em Pequim, o levaram a dar o dito por não dito quanto à sua continuidade à frente do COP.
- Livro da semana: "A Insustentável Leveza do Ser", a pensar numa não-existência: o Prof. Cavaco Silva.
É verdade, são tantos os pregos que o caixão está quase fechado.
- O país dos licenciados: Durante muitas décadas um curso superior era uma miragem para a maior parte dos portugueses, algo que só estava destinado às classes superiores e a que alguns pobres tinham acesso até para se mostrarem algumas virtualidades do regime. De repente as portas abriram-se e passamos ao numerus clausus com os candidatos a empurrarem-se nas portas de entrada; mais de repente ainda, nasceram universidades privadas onde se entra "até provando-se que se é ignorante". Hoje, os portugueses desistem do ensino superior, e 70% dos que para lá vão dizem que é para emigrarem. Na terra natal o dê-érre já deixou de ser garantia do que quer que seja: nem riqueza, nem emprego, tão-pouco estatuto.
Exigência, qualidade e rigor, são as palavras chave para um ensino (não apenas no superior) de forme profissionais cultos e conhecedores. Todos os governos as apregoam, nenhum até hoje foi capaz de as levar à prática.
- Seca em Portugal: A inexistência de uma Política da Água levar-nos-á a pagar a água ao preço a que hoje pagamos o petróleo (isto, se a houver). A ministra da Agricultura reza para que chova; a única medida para racionalizar o consumo da água é o inevitável menor esforço do aumento dos preços; as águas sanitárias continuam a ser tratadas; as captações e reservas de água são feitas para produção de energia, portanto, onde as reservas são naturalmente menos necessárias.
Não é apenas inadmissível legar dívidas e déficites às gerações futuras, também o é deixá-los sem água.
- Frase da semana: "Os resultados dos Jogos (Olímpicos) são a imagem do que somos como país", Vicente Moura, Presidente do Comité Olímpico de Portugal. Tudo o que fazemos é reflexo do que somos, havendo sempre as excepções para o melhor e o pior. O Comandante Vicente Moura talvez quisesse dizer que o "dirigismo" do COP é o reflexo da mediocridade organizacional do país, daí o saltar para a praça pública a tentar justificar-se com uma rajada de atoardas. Não teve a sorte de 2008 em que umas medalhas ao cair do pano, em Pequim, o levaram a dar o dito por não dito quanto à sua continuidade à frente do COP.
- Livro da semana: "A Insustentável Leveza do Ser", a pensar numa não-existência: o Prof. Cavaco Silva.
12 agosto 2012
CURIOSITY, a medalha de ouro dos EUA em Marte
Os jogos, as competições desportivas,sublimaram as tendências guerreiras inerentes à condição humana. Os Jogos Olímpicos da Era Moderna são o exemplo acabado e mais visível dessa sublimação quando a disputa pelas medalhas entre o bloco ocidental - principalmente EUA - e o bloco de Leste consubstanciava a contenda pelo primeiro lugar de nação mais poderosa do Mundo, sendo disso reflexo as vitórias desportivas.
Os EUA foram claramente dominadores dos Jogos de Londres (se bem que as provas rainhas tenham tido outros vencedores) relegando para segundo lugar o grande gigante que é a China.
A data de "amartagem" da Curisity no planeta vermelho não terá sido propositadamente programada para período de olimpíadas,mas a coincidência do maior número de medalhas dos EUA nos Jogos de Londres com o feito tecnológico, mostra qual o bloco que ainda se mantém na vanguarda da tecnologia, portanto com vantagem para a guerra, já que os mais apetrechados tecnologicamente são invariavelmente os vencedores.
Um robô a explorar Marte e a declarção de Obama que até 2030 haverá um homem (quer ele dizer um americano) a pisar aquele planeta, não é mais do que a declaração reavivada do relançamento do programa espacial de John Kennedy numa clara vontade de ganhar, à época, a corrida do espaço ao bloco soviético...e demonstrar o poderio bélico.
Os EUA bem podem congratular-se desta medalha de ouro conquistada em Marte.
Para reflexão: os países da Uni-ao Europeia ganharam muito mais medalhas do que os EUA. Se fosse uma verdadeira União, poderíamos estar agora a pousar em Júpiter?
A data de "amartagem" da Curisity no planeta vermelho não terá sido propositadamente programada para período de olimpíadas,mas a coincidência do maior número de medalhas dos EUA nos Jogos de Londres com o feito tecnológico, mostra qual o bloco que ainda se mantém na vanguarda da tecnologia, portanto com vantagem para a guerra, já que os mais apetrechados tecnologicamente são invariavelmente os vencedores.
Um robô a explorar Marte e a declarção de Obama que até 2030 haverá um homem (quer ele dizer um americano) a pisar aquele planeta, não é mais do que a declaração reavivada do relançamento do programa espacial de John Kennedy numa clara vontade de ganhar, à época, a corrida do espaço ao bloco soviético...e demonstrar o poderio bélico.
Os EUA bem podem congratular-se desta medalha de ouro conquistada em Marte.
Para reflexão: os países da Uni-ao Europeia ganharam muito mais medalhas do que os EUA. Se fosse uma verdadeira União, poderíamos estar agora a pousar em Júpiter?
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